
Sinto medo das feridas incuráveis, incalculáveis. De ficar pela metade e a sós. Da dor terrível da falta sentida. Do silêncio que grita mais alto que a voz. Da força de vontade que é vencida pela frustração da vida. Dos elevadores que são velhos. Das palavras que são somente ditas e não vividas. Dos segredos e mistérios. Do inconstante, incerto. Dos corredores escuros. De decepcionar quem me ama. Dos improváveis futuros. De ir embora quando ainda é cedo. De ser barrada no meio do caminho pelo medo.
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